Kalil manda prender lideranças do MLB

Em nota, o frei Gilvander Moreira, da Comissão Pastoral da Terra – CPT, denuncia a prisão arbitrária dos cidadãos Leonardo Péricles, Poliana Souza, Maura e Glaydson, 4 lideranças do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas). O fato ocorreu hoje a tarde, 24/04/2019, no momento em que 80 moradores das ocupações do MLB ocupavam a prefeitura de Belo Horizonte, MG. "De forma truculenta, um grande número de PMs retiraram os 4 militantes do MLB presos de dentro da prefeitura de BH. Covardia e injustiça que clama aos céus!", diz a nota.Buscavam negociar com o prefeito Alexandre Kalil, que segundo o Frei, de forma autoritária, se negou a negociar e chamou a tropa de choque e a Guarda municipal que prendeu os 4 líderes do MLB, ainda não se sabe para onde foram levados. Os outros 80 moradores para evitar uma situação pior saíram da prefeitura e se somaram as centenas de pessoas das ocupações urbanas que estão acampadas na porta da prefeitura de Belo Horizonte, MG. "O povo não sairá daqui enquanto os 4 militantes do MLB não forem libertados e o Prefeito Kalil não receber uma Comissão para ouvir as reivindicações e assumir os compromissos com as justas reivindicações: moradia, água, energia e saneamento", afirmou o frei, lembrando que o prefeito diz governar para quem precisa. "Assim? Postura abominável" finaliza a nota.

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Débitos junto à previdência ultrapassam o montante de R$ 1 trilhão – Portal Vermelho

Esse dado, fornecido pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, mostra que antes de exigir sacrifícios dos trabalhadores o governo deveria cobrar contribuição para o ajuste fiscal dos que estão no topo da pirâmide de riqueza. Por Anelise Manganelli e Daniela Sandi*

Fonte: Débitos junto à previdência ultrapassam o montante de R$ 1 trilhão – Portal Vermelho

Lula ganha liberdade de expressão – Portal Vermelho

Agora poderá dar entrevistas.

Fonte: Lula ganha liberdade de expressão – Portal Vermelho

A delação que levou o ex-presidente do Peru ao suicídio – Portal Vermelho

Alan García teve as contas reviradas e apresentou provas da lisura das palestras e conferências que realizou ao redor do mundo. Mas a que teve patrocínio da Odebrecht acabou criminalizada com base em delação Por Jornal GGN

Fonte: A delação que levou o ex-presidente do Peru ao suicídio – Portal Vermelho

Brasileiro como eu, tu, ele, nós, vós e eles.

Brasileiro como eu, tu, ele, nós, vós e eles.

Sagres 2019.

Faz uma semana que um casal com uma criança chegaram na casa logo em frente de onde estou morando em Sagres. O que me chamou atenção foi as longas dreadlocks que o homem mantinha. Suas dreads iam até o tornozelo e com aparência de uma pessoa bem tranquila. Como costume por educação sempre o cumprimentava com um “Bom dia” e ele respondia em um português meio arrastado. Certo dia, quando conversava com seu filho, percebi que falam em alemão. Daí passei a cumprimenta lo em inglês.
Todas as manhãs a família acorda cedo, arrumavam as pranchas de surf sob o carro e partem felizes para mais um dia de lazer em família. Num desses dias, estava fotografando na Praia do Tonel, foi quando olhei na direção contrária, o vi caminhando em minha direção com um sorriso que me marcou muito. Percebi em seu olhar a felicidade que exibia no momento que me viu.
Aproximou e me estendeu a mão. Perguntei de onde ele era. Para minha surpresa ele respondeu “ I am brazilian”. Comecei a falar em português e sem entender ele não respondeu e continuou caminhando em direção ao mar com sua prancha e focado nas ondas.
A tardinha quando chegava em casa o vi na varanda de sua casa e me aproximei. Ele com um sorriso cativante me convidou para entrar e começamos a nossa resenha em inglês. Perguntei o seu nome, respondeu Roberto. Daí não contive minha curiosidade e perguntei o porque não falava português. Quando disse que sou brasileiro seus olhos encheram de lágrimas e fiquei sem entender o porque de tudo isso.
Papo vai papo vem, ele contou ter sido adotado por uma família alemã na década de 80. Chegou em Hamburgo na Alemanha com 3 anos de idade. Fiquei chocado com as coisas que me dizia, parece que ele precisava desabafar um pouco de sua história. Contou que há 2 anos esteve no Brasil procurando pelo seus pais e nunca os encontrou. Perguntei seu sobrenome e ele respondeu que chegou na Alemanha com nome de Roberto e sem sobrenome. Enquanto esteve no Brasil encontrou com a traficante que o vendeu por 1300 dólares e descobriu nada sobre seus pais biológicos. A mulher que o traficou ainda vive em Florianópolis e supostamente seus pais vivem em São Paulo, mas nunca os encontrou. Narrou que na década de 80, 30 mil crianças foram traficadas para várias parte do mundo sobre a batuta autoritária do regime militar.
Nas minhas andanças pelo mundão, sempre me emociono com as histórias que contextualizo, certamente essa vai ficar para sempre na memória. Uma coisa estou mais certo que nunca: Ganhei um irmão e com certeza iremos estar ligados para sempre.
Ele constrói sua história sem certezas sobre suas raízes, nem ele mesmo sabe quando e onde nasceu, sua identidade foi construída pelo tempo de suposições de uma vida sem um começo, mas com capacidade de se auto construir.
Na primeira oportunidade vou passar um tempo em Hamburgo com esse brasileiro em especial que me cativou pelo simples fato de temos os mesmo destinos nessa passagem pela vida e por temos o mesmo sorriso estampado em nossas caras com tantas felicidades !!!

Ricardo Bastos.

É professor de fotografia e jornalista.

#rawbird
Sagres Portugal 2019
PHOTO/TEXT BY RB
TODOS DIREITOS RESERVADOS

“O marxismo não é mais útil”

Frei Betto*

“O marxismo não é mais útil”

O papa Bento XVI tem razão: o marxismo não é mais útil. Sim, o marxismo conforme muitos na Igreja Católica o entendem: uma ideologia ateísta, que justificou os crimes de Stalin e as barbaridades da revolução cultural chinesa. Aceitar que o marxismo conforme a ótica de Ratzinger é o mesmo marxismo conforme a ótica de Marx seria como identificar catolicismo com Inquisição. Poder-se-ia dizer hoje: o catolicismo não é mais útil. Porque já não se justifica enviar mulheres tidas como bruxas à fogueira nem torturar suspeitos de heresia. Ora, felizmente o catolicismo não pode ser identificado com a Inquisição, nem com a pedofilia de padres e bispos.
Do mesmo modo, o marxismo não se confunde com os marxistas que o utilizaram para disseminar o medo, o terror, e sufocar a liberdade religiosa. Há que voltar a Marx para saber o que é marxismo; assim como há que retornar aos Evangelhos e a Jesus para saber o que é cristianismo, e a Francisco de Assis para saber o que é catolicismo.
Ao longo da história, em nome das mais belas palavras foram cometidos os mais horrendos crimes. Em nome da democracia, os EUA se apoderaram de Porto Rico e da base cubana de Guantánamo. Em nome do progresso, países da Europa Ocidental colonizaram povos africanos e deixaram ali um rastro de miséria. Em nome da liberdade, a rainha Vitória, do Reino Unido, promoveu na China a devastadora Guerra do Ópio. Em nome da paz, a Casa Branca cometeu o mais ousado e genocida ato terrorista de toda a história: as bombas atômicas sobre as populações de Hiroshima e Nagasaki. Em nome da liberdade, os EUA implantaram, em quase toda a América Latina, ditaduras sanguinárias ao longo de três décadas (1960-1980).O marxismo é um método de análise da realidade. E, mais do que nunca, útil para se compreender a atual crise do capitalismo. O capitalismo, sim, já não é útil, pois promoveu a mais acentuada desigualdade social entre a população do mundo; apoderou-se de riquezas naturais de outros povos; desenvolveu sua face imperialista e monopolista; centrou o equilíbrio do mundo em arsenais nucleares; e disseminou a ideologia neoliberal, que reduz o ser humano a mero consumista submisso aos encantos da mercadoria.Hoje, o capitalismo é hegemônico no mundo. E de 7 bilhões de pessoas que habitam o planeta, 4 bilhões vivem abaixo da linha da pobreza, e 1,2 bilhão padecem fome crônica. O capitalismo fracassou para 2/3 da humanidade que não têm acesso a uma vida digna. Onde o cristianismo e o marxismo falam em solidariedade, o capitalismo introduziu a competição; onde falam em cooperação, ele introduziu a concorrência; onde falam em respeito à soberania dos povos, ele introduziu a globocolonização.
A religião não é um método de análise da realidade. O marxismo não é uma religião. A luz que a fé projeta sobre a realidade é, queira ou não o Vaticano, sempre mediatizada por uma ideologia. A ideologia neoliberal, que identifica capitalismo e democracia, hoje impera na consciência de muitos cristãos e os impede de perceber que o capitalismo é intrinsecamente perverso. A Igreja Católica, muitas vezes, é conivente com o capitalismo porque este a cobre de privilégios e lhe franqueia uma liberdade que é negada, pela pobreza, a milhões de seres humanos.
Ora, já está provado que o capitalismo não assegura um futuro digno para a humanidade. Bento XVI o admitiu ao afirmar que devemos buscar novos modelos. O marxismo, ao analisar as contradições e insuficiências do capitalismo, nos abre uma porta de esperança a uma sociedade que os católicos, na celebração eucarística, caracterizam como o mundo em que todos haverão de “partilhar os bens da Terra e os frutos do trabalho humano”. A isso Marx chamou de socialismo.O arcebispo católico de Munique, Reinhard Marx lançou, em 2011, um livro intitulado O Capital – um legado a favor da humanidade. A capa contém as mesmas cores e fontes gráficas da primeira edição de O Capital, de Karl Marx, publicada em Hamburgo, em 1867.”Marx não está morto e é preciso levá-lo a sério”, disse o prelado por ocasião do lançamento da obra. “Há que se confrontar com a obra de Karl Marx, que nos ajuda a entender as teorias da acumulação capitalista e o mercantilismo. Isso não significa deixar-se atrair pelas aberrações e atrocidades cometidas em seu nome no século 20″.
O autor do novo O Capital, nomeado cardeal por Bento XVI em novembro de 2010, qualifica de “sociais-éticos” os princípios defendidos em seu livro, critica o capitalismo neoliberal, qualifica a especulação de “selvagem” e “pecado”, e advoga que a economia precisa ser redesenhada segundo normas éticas de uma nova ordem econômica e política.”As regras do jogo devem ter qualidade ética. Nesse sentido, a doutrina social da Igreja é crítica frente ao capitalismo”, afirma o arcebispo.
O livro se inicia com uma carta de Reinhard Marx a Karl Marx, a quem chama de “querido homônimo”, falecido em 1883. Roga-lhe reconhecer agora seu equívoco quanto à inexistência de Deus. O que sugere, nas entrelinhas, que o autor do Manifesto Comunista se encontra entre os que, do outro lado da vida, desfrutam da visão beatífica de Deus.

*Carlos Alberto Libânio Christo, ou Frei Betto, é frade dominicano, jornalista graduado e escritor brasileiro, filho do jornalista Antônio Carlos Vieira Christo e da escritora e culinarista Maria Stella Libanio Christo, autora do clássico “Fogão de Lenha – 300 anos de cozinha mineira”.

Chanceler de Cuba diz que EUA praticam pirataria econômica – Portal Vermelho

Cuba classificou de “pirataria econômica” as recentes sanções impostas pelos Estados Unidos a empresas e navios da Venezuela, alguns dos quais transportavam petróleo para a ilha.

Fonte: Chanceler de Cuba diz que EUA praticam pirataria econômica – Portal Vermelho

Em artigo na Folha de São Paulo, Lula questiona Por que têm tanto medo de Lula livre?

Foto: Paulo Pinto

Luiz Inácio Lula da Silva

Faz um ano que estou preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu. Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indignação, mas mantenho a fé num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consciência tranquila de minha inocência. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial.

O que mais me angustia, no entanto, é o que se passa com o Brasil e o sofrimento do nosso povo. Para me impor um juízo de exceção, romperam os limites da lei e da Constituição, fragilizando a democracia. Os direitos do povo e da cidadania vêm sendo revogados, enquanto impõem o arrocho dos salários, a precarização do emprego e a alta do custo de vida. Entregam a soberania nacional, nossas riquezas, nossas empresas e até o nosso território para satisfazer interesses estrangeiros.

Hoje está claro que a minha condenação foi parte de um movimento político a partir da reeleição da presidenta Dilma Rousseff, em 2014. Derrotada nas urnas pela quarta vez consecutiva, a oposição escolheu o caminho do golpe para voltar ao poder, retomando o vício autoritário das classes dominantes brasileiras.

O golpe do impeachment sem crime de responsabilidade foi contra o modelo de desenvolvimento com inclusão social que o país vinha construindo desde 2003. Em 12 anos, criamos 20 milhões de empregos, tiramos 32 milhões de pessoas da miséria, multiplicamos o PIB por cinco. Abrimos a universidade para milhões de excluídos. Vencemos a fome.

Aquele modelo era e é intolerável para uma camada privilegiada e preconceituosa da sociedade. Feriu poderosos interesses econômicos fora do país. Enquanto o pré-sal despertou a cobiça das petrolíferas estrangeiras, empresas brasileiras passaram a disputar mercados com exportadores tradicionais de outros países.

O impeachment veio para trazer de volta o neoliberalismo, em versão ainda mais radical. Para tanto, sabotaram os esforços do governo Dilma para enfrentar a crise econômica e corrigir seus próprios erros. Afundaram o país num colapso fiscal e numa recessão que ainda perdura. Prometeram que bastava tirar o PT do governo que os problemas do país acabariam.

O povo logo percebeu que havia sido enganado. O desemprego aumentou, os programas sociais foram esvaziados, escolas e hospitais perderam verbas. Uma política suicida implantada pela Petrobras tornou o preço do gás de cozinha proibitivo para os pobres e levou à paralisação dos caminhoneiros. Querem acabar com a aposentadoria dos idosos e dos trabalhadores rurais.

Nas caravanas pelo país, vi nos olhos de nossa gente a esperança e o desejo de retomar aquele modelo que começou a corrigir as desigualdades e deu oportunidades a quem nunca as teve. Já no início de 2018 as pesquisas apontavam que eu venceria as eleições em primeiro turno.

Era preciso impedir minha candidatura a qualquer custo. A Lava Jato, que foi pano de fundo no golpe do impeachment, atropelou prazos e prerrogativas da defesa para me condenar antes das eleições. Haviam grampeado ilegalmente minhas conversas, os telefones de meus advogados e até a presidenta da República. Fui alvo de uma condução coercitiva ilegal, verdadeiro sequestro. Vasculharam minha casa, reviraram meu colchão, tomaram celulares e até tablets de meus netos.

Nada encontraram para me incriminar: nem conversas de bandidos, nem malas de dinheiro, nem contas no exterior. Mesmo assim fui condenado em prazo recorde, por Sergio Moro e pelo TRF-4, por “atos indeterminados” sem que achassem qualquer conexão entre o apartamento que nunca foi meu e supostos desvios da Petrobras. O Supremo negou-me um justo pedido de habeas corpus, sob pressão da mídia, do mercado e até das Forças Armadas, como confirmou recentemente Jair Bolsonaro, o maior beneficiário daquela perseguição.

Minha candidatura foi proibida contrariando a lei eleitoral, a jurisprudência e uma determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para garantir os meus direitos políticos. E, mesmo assim, nosso candidato Fernando Haddad teve expressivas votações e só foi derrotado pela indústria de mentiras de Bolsonaro nas redes sociais, financiada por caixa 2 até com dinheiro estrangeiro, segundo a imprensa.

Os mais renomados juristas do Brasil e de outros países consideram absurda minha condenação e apontam a parcialidade de Sergio Moro, confirmada na prática quando aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ele ajudou a eleger com minha condenação. Tudo o que quero é que apontem uma prova sequer contra mim.

Por que têm tanto medo de Lula livre, se já alcançaram o objetivo que era impedir minha eleição, se não há nada que sustente essa prisão? Na verdade, o que eles temem é a organização do povo que se identifica com nosso projeto de país. Temem ter de reconhecer as arbitrariedades que cometeram para eleger um presidente incapaz e que nos enche de vergonha.

Eles sabem que minha libertação é parte importante da retomada da democracia no Brasil. Mas são incapazes de conviver com o processo democrático.

Luiz Inácio Lula da Silva
Ex-presidente da República (2003-2010)

Originalmente publicada na Folha de São Paulo
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/04/por-que-tem-tanto-medo-de-lula-livre.shtml

Alice Portugal convida ministro da educação a pedir demissão do cargo – Portal Vermelho

A mais nova polêmica promovida pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, segundo a qual ele anuncia que pretende alterar os livros didáticos para ignorar que houve golpe em 1964 e ditadura no Brasil, causou perplexidade no Congresso nesta quinta-feira (4).

Fonte: Alice Portugal convida ministro da educação a pedir demissão do cargo – Portal Vermelho

Nota exclarece mentiras sobre o Ato Contra a Ditadura em Belo Horizonte

*Desmentido público da Coordenação do Ato Contra a Ditadura*

Diante das mentiras divulgadas pelo deputado Coronel Sandro, a Coordenação do “Ato Contra a Ditadura – 64 Nunca Mais” esclarece que não houve nenhuma agressão contra o deputado e outras pessoas que o acompanhavam na tarde deste domingo em Belo Horizonte.

Milhares de pessoas se reuniram na Praça da Liberdade para protestar contra a ordem do presidente Jair Bolsonaro para se comemorar neste 31 de Março a Ditadura Militar que iniciou-se em 1964. Uma manifestação pacífica em que a maioria vestiu-se de preto e carregava cartazes com fotos dos mortos e desaparecidos, vítimas do regime ditatorial.

O trajeto da passeata foi amplamente divulgado e aprovado por todos os órgãos competentes. Quando a passeata descia a Avenida Brasil, em direção à sede do antigo Dops na Avenida Afonso Pena, o Coronel e outras pessoas, vestindo camisas do assassino Comandante Ustra, foram até a passeata numa atitude provocativa. A orientação da coordenação do ato, transmitida do carro de som, era para não aceitar provocação. Alguns manifestantes pediram para eles se retirassem do ato, quando os provocadores se esconderam num prédio próximo.

A atitude do deputado e seus assessores era clara, provocar os manifestantes, criar um fato e rapidamente se esconderem. Ainda pela tarde, a máquina de Fake News dos fascistas começou a espalhar a mentira de que teriam sido agredidos. O objetivo é tentar ofuscar o sucesso absoluto da manifestação a favor da Democracia, que reuniu milhares de pessoas, e o fracasso das atividades que o Coronel convocou defendendo a Ditadura.

1964 Nunca Mais

Belo Horizonte, 31 de Março de 2019