O ovo da serpente

PSDB teve o que mereceu: não há inocentes em um partido golpista. Por Joaquim de Carvalho
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/psdb-teve-o-que-mereceu-nao-ha-inocentes-em-um-partido-golpista-por-joaquim-de-carvalho/

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Em apoio à Beatriz Cerqueira, coordenadora geral do Sind-UTE/ MG

Os Jornalistas Inconfidentes declaram apoio à coordenadora geral do Sind-UTE/MG em reconhecimento ao seu esforço na defesa dos Trabalhadores da Educação em Educação de Minas Gerais e repudia os ataques sofridos por quem de maneira combativa e com garra tão fortemente representa a luta por reconhecimento profissional e social da categoria e do sindicato.

NOTA DA DIREÇÃO ESTADUAL DO Sind-UTE/MG

Nós, diretoras e diretores estaduais do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), representante legal de todos/as os/as educadores/as da rede pública mineira, vimos, por meio desta nota, repudiar os duros ataques à pessoa de nossa coordenadora-geral, Beatriz Cerqueira, perpetrados pelas redes sociais nos últimos dias.

Esses ataques vêm ocorrendo porque o nosso Sindicato denunciou a fraude que cercou a tentativa de divisão de nossa categoria no último dia 6 de outubro. Tentativa essa sem legitimidade e sem representatividade, sendo que na dita “assembleia” – realizada em uma cidade distante e de difícil acesso para a maioria dos/as trabalhadores/as em educação do Estado – foi impedida a entrada de mais de 200 servidores/as designados/as (há registros em vídeos de que no recinto onde ocorreu o evento não havia mais do que 25 pessoas), fato esse que caracteriza como um processo fraudulento e fora dos parâmetros legais constitutivos de um sindicato.

Beatriz Cerqueira representa, em si, a luta de todos/as os/as trabalhadores/as em educação em busca de reconhecimento profissional e social. Seu rosto é o rosto da combatividade e da garra de uma categoria e de um sindicato. No entanto, junto a ela existem mais 63 trabalhadores e trabalhadoras em educação que compõem a direção estadual do Sind-UTE/MG, além de centenas de diretores de subsedes e conselheiros e conselheiras eleitos e eleitas em um amplo e democrático processo, e espalhados por todas as regiões do Estado. Essa grandiosa representatividade garante a nossa legitimidade, pois, nossa atuação é democrática e todas as nossas ações são frutos de decisões coletivas tomadas em congressos, conferências, assembleias, conselhos gerais e reuniões.

No entanto, isso deve ser estranho para algumas pessoas refratárias a essa realidade. Pessoas marcadas pelo personalismo que, ao acusar alguém, expõe suas concepções de mundo. Observamos que a dita entidade que querem criar – e as supostas "lideranças” envolvidas – se baseiam não na necessidade de organizar e mobilizar uma categoria em prol de um bem comum, mas, sim, no desejo individual de se colocar como um herói, um messias, bastando que pessoas em situação de precariedade lhes confiem a alma (e talvez, alguma coisa a mais como as arrecadações de recursos que vimos em grupos de WathsApp) para que todos problemas sejam solucionados. E para isso, são capazes de iludir, dividir e enfraquecer a coletividade para avançar seu projeto pessoal de poder.

O Sind-UTE/MG – e sua coordenadora-geral Beatriz Cerqueira – estiveram na luta em defesa de toda a categoria, incluindo efetivos, designados e ex-efetivados pela Lei 100. Graças a nossa luta, obtivemos conquistas salariais que valeram para todos/as, e não apenas para alguns. Conquistamos recentemente dois concursos e nomeações que permitiram que muitos designados/as e ex-efetivados/as saíssem da condição de precarizados/as, obtendo a segurança da carreira efetiva. E conquistamos também a Lei Complementar 138/16, que atendeu diretamente os adoecidos da LC100/07, fruto de uma intensa campanha de nosso Sindicato.

O Sind-UTE/MG tem história. Beatriz Cerqueira tem história. Todos nós trabalhadores e trabalhadoras em educação temos uma história de muita luta, garra, perseverança, desafios e vitórias. Nossa atuação não se baseia em interesses privados e nossos princípios estão acima dos ganhos pessoais. A nossa história demonstra a materialidade de nossas palavras.

Repudiamos os ataques a nossa coordenadora. O respeito a ela e a todos e todas que sacrificam cotidianamente suas vidas pessoais em prol de um bem coletivo é uma premissa de quem escolheu a educação como profissão! Tentativas de fraudes, mentiras, ataques pessoais não condizem com a nossa profissão! Com certeza, aqueles que hoje a atacam demonstrarão, em breve, o quanto não merecem a confiança de uma categoria. O critério da verdade é a prática ética.

Direção Estadual Sind-UTE/MG

Lava Jato rejeitou delação de Tacla Duran por citar Moro

Fonte: Lava Jato rejeitou delação de Tacla Duran por citar Moro

MPF denuncia que Moro usou depoimento sem provas para condenar Lula

Luíz Müller Blog

A sentença do caso triplex proferida por Sergio Moro contra Lula foi golpeada por um parecer enviado pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, no mês passado.

No documento (em anexo, abaixo), Janot afirma que Léo Pinheiro não fechou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e, portanto, “não há nenhum elemento de prova obtido a partir dessas tratativas preliminares.” Além disso, o então PGR apontou que mesmo que o acordo tivesse sido fechado e homologado pela Justiça, seria necessário investigar se as falas e os indícios de provas eventualmente entregue por Pinheiro seriam verdadeiros.

O entendimento caiu nas graças da defesa de Lula, que utilizou o parecer de Janot para sustentar, perante o tribunal que vai revisar a sentença de Moro, que o ex-presidente foi condenado apenas com base em falatório sem provas.

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“Estamos voltando aos ‘acordos MEC-USAID’, contra os quais a geração de 1968 lutou!” – Ensino Médio será financiado por BIRD e Banco Mundial

Fonte: “Estamos voltando aos ‘acordos MEC-USAID’, contra os quais a geração de 1968 lutou!” – Ensino Médio será financiado por BIRD e Banco Mundial

Quando se deixa de lado o jornalismo!

https://i0.wp.com/www.ptmg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/BEATRIZ-FACE.jpg
Beatriz (Bia) Cerqueira – Presidenta da CUT MG

Por Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT – MG.

Quando se deixa de lado o jornalismo!

Tenho 21 anos de magistério na rede pública. Mesmo tempo dedicado à militância na área da educação e de lutas populares. Os mais recentes desafios que aceitei foram quando assumi a coordenação geral do Sind-UTE MG e depois a presidência da Centra Única dos Trabalhadores/as. Neste caso foi a primeira vez que uma mulher e professora assumiu este cargo no Estado! Encaro a representação de forma comprometida e coletiva com aqueles que represento, com o coletivo que faço parte. Estar nestes dois espaços de representação tem visibilidade e responsabilidades mas também nos joga numa arena da política suja que não queremos estar! <<!more>>

Em julho deste ano, sem que eu sequer fosse consultada, o Jornal O Tempo utilizou indevidamente o meu nome e publicou no "A parte" que eu estaria disputando internamente ser candidata a deputada federal. Quem escreveu a bobagem sequer se deu ao trabalho de perguntar se era verdade. Não era e não é! Nunca disputei indicação nem pretendo ser candidata a deputada federal. O Jornal faltou com a verdade com seus leitores. Uma ligação ou watsap teria evitado a mentira!
Nesta quarta-feira, dia 30 de agosto, eu fui alvo de outra matéria, página inteira, com direito a foto selecionada, frases reproduzidas que foram descontextualizados por serem ditas em outras ocasiões e um posicionamento político do jornal de crítica ao sindicato. Que qualquer jornal fale o que quiser, já estou acostumada! Mas quando ao expor uma pessoa, não lhe dá direito ao contraditório, de dizer a sua versão, fica nítido que os interesses políticos vão além do jornalismo. Ainda estou tentando decifrar o que motivou a matéria que é inequivocamente encomendada para a desconstrução de imagem e de ataque. Pode ter sido em represaria à manifestação que o Sind-UTE realizou em Betim no dia 24 de agosto; enfim, podem ter várias motivações desta arena política suja!
A matéria é uma crítica ao sindicato por ser "light", por não fazer as mesmas greves que foram feitas durante os governos no PSDB. Inacreditável um Jornal achar que tem o direito de pautar a atuação do movimento sindical! Mas entrando no conteúdo, cujo direito o Jornal e a jornalista que assina a matéria não me possibilitaram, esta comparação é impossível de ser feita! Os governos do PSDB desconheciam a Lei do Piso, pregavam a proporcionalidade, não reconheciam os reajustes anunciados pelo MEC, descumpriam integralmente os acordos assinados, congelou a carreira por 5 anos, zerou o tempo de serviço para progressões, processou mais de 100 lideranças, ajuizou 25 processos contra a entidade! Não há comparação possível. A greve de 30 dias em 2008, a greve de 47 dias em 2010 e a greve de 2011 que durou 112 dias tiveram como único objetivo que o Estado de Minas Gerais reconhecesse a Lei do Piso e a aplicasse em Minas Gerais. Em 2015, conquistamos a Lei Estadual 21.710/15 que reconheceu integramente tudo pelo qual lutamos desde 2008.
Faltou honestidade ao Jornal ao desconsiderar tudo o que já conquistamos. Quando o PSDB deixou o governo de Minas, uma professora recebia de subsídio
R$1.236,00. No próximo pagamento de setembro de 2017 receberá R$1982,00 de vencimento básico além do abono de
R$150,00 e 5% do seu salário! Façam as contas!Me diga quem teve este patamar de conquista? Em dezembro de 2014 somente 27% da categoria era efetiva! Conquistamos mais de 50 mil nomeações em menos de 3 anos! O jornal também ignorou 25 dias de greve que fizemos este ano tendo pauta estadual além da luta contra a reforma da previdência! Acabamos de conquistar uma lei que ampara o profissional vítima da violência no ambiente escolar, fato inédito no país. O jornal trata greve como um fim em si que supostamente mediria a combatividade da entidade! Erra até nisso! Greve é um instrumento de pressão, decido não por mim, ou por uma direção mas por uma categoria em assembleia.
O título da capa é outra mentira, induzindo as pessoas a acharem que nada foi conquistado, Como a jornalista sequer teve o trabalho de fazer uma pesquisa previa antes de escrever a matéria, vou ajudá-la:
1) em 2015 conquistamos 13,06%;
2) em 2016 conquistamos 11,36% + 8,21%;
3) em 2017 conquistamos 7,74%;
4) estão pendentes o reajuste do Piso salarial de 2017 de 7,64%, retroativos do Adicional de valorização.
5) temos várias outras reivindicações que estão pendentes e estamos trabalhando na pressão pelo atendimento!

Mas fiquei com uma dúvida: a nossa manifestação realizada no dia 24 de agosto em Betim foi noticiada pelo Jornal?

O que percebo cada vez mais é que precisam diminuir o tamanho da nossa força, da nossa capacidade de resistência como a que estamos fazendo contra a reforma da previdência. Mas fundamentalmente querem nos jogar numa arena de terra arrasada como se não conquistássemos nada. Se o dono do jornal está de bronca com o governador, resolvam entre vocês, não tentem nos usar! Não somos pautados pelos interesses dos donos dos meios de comunicação!

A criminalização que a matéria faz com meu nome como se eu não pudesse ter posição, filiação partidária, foi a mesma que o PSDB fez em 2014. Trabalhador e trabalhadora não podem exercer seus direitos políticos, previstos na Constituição. O nome desta prática é fascismo!

Bia

https://i0.wp.com/www.ptmg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/BEATRIZ-FACE.jpg
Beatriz (Bia) Cerqueira – Presidenta da CUT MG

Por Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT – MG.

Quando se deixa de lado o jornalismo!

Tenho 21 anos de magistério na rede pública. Mesmo tempo dedicado à militância na área da educação e de lutas populares. Os mais recentes desafios que aceitei foram quando assumi a coordenação geral do Sind-UTE MG e depois a presidência da Centra Única dos Trabalhadores/as. Neste caso foi a primeira vez que uma mulher e professora assumiu este cargo no Estado! Encaro a representação de forma comprometida e coletiva com aqueles que represento, com o coletivo que faço parte. Estar nestes dois espaços de representação tem visibilidade e responsabilidades mas também nos joga numa arena da política suja que não queremos estar! <<!more>>

Em julho deste ano, sem que eu sequer fosse consultada, o Jornal O Tempo utilizou indevidamente o meu nome e publicou no "A parte" que eu estaria disputando internamente ser candidata a deputada federal. Quem escreveu a bobagem sequer se deu ao trabalho de perguntar se era verdade. Não era e não é! Nunca disputei indicação nem pretendo ser candidata a deputada federal. O Jornal faltou com a verdade com seus leitores. Uma ligação ou watsap teria evitado a mentira!
Nesta quarta-feira, dia 30 de agosto, eu fui alvo de outra matéria, página inteira, com direito a foto selecionada, frases reproduzidas que foram descontextualizados por serem ditas em outras ocasiões e um posicionamento político do jornal de crítica ao sindicato. Que qualquer jornal fale o que quiser, já estou acostumada! Mas quando ao expor uma pessoa, não lhe dá direito ao contraditório, de dizer a sua versão, fica nítido que os interesses políticos vão além do jornalismo. Ainda estou tentando decifrar o que motivou a matéria que é inequivocamente encomendada para a desconstrução de imagem e de ataque. Pode ter sido em represaria à manifestação que o Sind-UTE realizou em Betim no dia 24 de agosto; enfim, podem ter várias motivações desta arena política suja!
A matéria é uma crítica ao sindicato por ser "light", por não fazer as mesmas greves que foram feitas durante os governos no PSDB. Inacreditável um Jornal achar que tem o direito de pautar a atuação do movimento sindical! Mas entrando no conteúdo, cujo direito o Jornal e a jornalista que assina a matéria não me possibilitaram, esta comparação é impossível de ser feita! Os governos do PSDB desconheciam a Lei do Piso, pregavam a proporcionalidade, não reconheciam os reajustes anunciados pelo MEC, descumpriam integralmente os acordos assinados, congelou a carreira por 5 anos, zerou o tempo de serviço para progressões, processou mais de 100 lideranças, ajuizou 25 processos contra a entidade! Não há comparação possível. A greve de 30 dias em 2008, a greve de 47 dias em 2010 e a greve de 2011 que durou 112 dias tiveram como único objetivo que o Estado de Minas Gerais reconhecesse a Lei do Piso e a aplicasse em Minas Gerais. Em 2015, conquistamos a Lei Estadual 21.710/15 que reconheceu integramente tudo pelo qual lutamos desde 2008.
Faltou honestidade ao Jornal ao desconsiderar tudo o que já conquistamos. Quando o PSDB deixou o governo de Minas, uma professora recebia de subsídio
R$1.236,00. No próximo pagamento de setembro de 2017 receberá R$1982,00 de vencimento básico além do abono de
R$150,00 e 5% do seu salário! Façam as contas!Me diga quem teve este patamar de conquista? Em dezembro de 2014 somente 27% da categoria era efetiva! Conquistamos mais de 50 mil nomeações em menos de 3 anos! O jornal também ignorou 25 dias de greve que fizemos este ano tendo pauta estadual além da luta contra a reforma da previdência! Acabamos de conquistar uma lei que ampara o profissional vítima da violência no ambiente escolar, fato inédito no país. O jornal trata greve como um fim em si que supostamente mediria a combatividade da entidade! Erra até nisso! Greve é um instrumento de pressão, decido não por mim, ou por uma direção mas por uma categoria em assembleia.
O título da capa é outra mentira, induzindo as pessoas a acharem que nada foi conquistado, Como a jornalista sequer teve o trabalho de fazer uma pesquisa previa antes de escrever a matéria, vou ajudá-la:
1) em 2015 conquistamos 13,06%;
2) em 2016 conquistamos 11,36% + 8,21%;
3) em 2017 conquistamos 7,74%;
4) estão pendentes o reajuste do Piso salarial de 2017 de 7,64%, retroativos do Adicional de valorização.
5) temos várias outras reivindicações que estão pendentes e estamos trabalhando na pressão pelo atendimento!

Mas fiquei com uma dúvida: a nossa manifestação realizada no dia 24 de agosto em Betim foi noticiada pelo Jornal?

O que percebo cada vez mais é que precisam diminuir o tamanho da nossa força, da nossa capacidade de resistência como a que estamos fazendo contra a reforma da previdência. Mas fundamentalmente querem nos jogar numa arena de terra arrasada como se não conquistássemos nada. Se o dono do jornal está de bronca com o governador, resolvam entre vocês, não tentem nos usar! Não somos pautados pelos interesses dos donos dos meios de comunicação!

A criminalização que a matéria faz com meu nome como se eu não pudesse ter posição, filiação partidária, foi a mesma que o PSDB fez em 2014. Trabalhador e trabalhadora não podem exercer seus direitos políticos, previstos na Constituição. O nome desta prática é fascismo!

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