“Rei posto, rei morto”: ou sai candidato ou Lula já era – e também o Brasil

Tão logo Lula indique um sucessor, um “dauphin”, o sistema internacional investirá com tudo para erradicar “o cara”. Invertendo o ditado, “rei posto, rei morto”! A única razão pela qual ainda não se ousou violência ainda maior contra Lula (há, pelo menos, 8 processos!) é a sua capacidade – i.e., desde que conte com a fidelidade e o respaldo absolutos do PT! – de colocar em xeque a farsa armada para 2018. A manutenção da sua candidatura – chancelada pelo teimoso “Sr. povo”! – em desafio aberto a um Judiciário capturado por interesses antinacionais e antipovo é o que mela a narrativa de “as instituições estão funcionando normalmente”. E de “eleição 2018: a festa da democracia” (!) É extrema ingenuidade estratégica – para dizer o mínimo – acreditar que o sistema internacional chegou até aqui para permitir que um “Plano B” qualquer, um novo “poste”, digamos, dê sequência – “por procuração” – à obra de Lula. Bem, a não ser que “Plano B” – ou agora o tal “Lula (somente) até onde der” (?) – signifique não apenas uma alternativa à “pessoa física” de Lula, mas também à sua “pessoa jurídica”, à sua obra política: a emancipação do Brasil.

Fonte: “Rei posto, rei morto”: ou sai candidato ou Lula já era – e também o Brasil

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