Lula candidato “sim ou sim” – o inadiável enfrentamento do golpe do Judiciário

A questão do enfrentamento do Judiciário – i.e.: caso se queira, efetivamente, parar o Golpe! – é “quando”. E não “se”! De que adianta, tal qual a lagartixa, seguir permitindo que o Judiciário continue a devorar pedaços da cauda do PT – dos quais a sigla prontamente se despede buscando, em fuga apressada, sobreviver (Dirceu, Genoíno, João Paulo Cunha, Vaccari, Palocci, entre outros) – se o predador agora mira, inarredavelmente, a cabeça e o coração do réptil: Lula? Novamente: o Judiciário – patrocinado pelos EUA e pela Finança – não atacam a pessoa física de Lula, mas sim a sua obra! É evidente – ou, ao menos, deveria ser – que tão logo destrua a cabeça e o coração, o Judiciário triturará todos os membros remanescentes do animal. Certificar-se-á, assim, de que não haverá, em nenhuma hipótese, reprodução da antiga lagartixa por “brotamento” a partir das patinhas que restaram. Ora, já não estão atrás de Gleisi, Jacques Wagner e até mesmo de Fernando Haddad? Portanto, o PT – e a obra de Lula – só sobreviverão se o Judiciário for parado. A única chance discernível de o Partido lográ-lo é com a última – mas poderosa – cartada que lhe resta na mão: a do “impasse institucional”, com a

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“Rei posto, rei morto”: ou sai candidato ou Lula já era – e também o Brasil

Tão logo Lula indique um sucessor, um “dauphin”, o sistema internacional investirá com tudo para erradicar “o cara”. Invertendo o ditado, “rei posto, rei morto”! A única razão pela qual ainda não se ousou violência ainda maior contra Lula (há, pelo menos, 8 processos!) é a sua capacidade – i.e., desde que conte com a fidelidade e o respaldo absolutos do PT! – de colocar em xeque a farsa armada para 2018. A manutenção da sua candidatura – chancelada pelo teimoso “Sr. povo”! – em desafio aberto a um Judiciário capturado por interesses antinacionais e antipovo é o que mela a narrativa de “as instituições estão funcionando normalmente”. E de “eleição 2018: a festa da democracia” (!) É extrema ingenuidade estratégica – para dizer o mínimo – acreditar que o sistema internacional chegou até aqui para permitir que um “Plano B” qualquer, um novo “poste”, digamos, dê sequência – “por procuração” – à obra de Lula. Bem, a não ser que “Plano B” – ou agora o tal “Lula (somente) até onde der” (?) – signifique não apenas uma alternativa à “pessoa física” de Lula, mas também à sua “pessoa jurídica”, à sua obra política: a emancipação do Brasil.

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