FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO FAZ OFICINA SOBRE O DIREITO À CIDADE

Nesta segunda-feira, 21 de agosto, no Sindieletro em Belo Horizonte, foi realizada a Oficina “O Direito à Cidade”, com ênfase na moradia realizada pela Fundação Perseu Abramo como atividade complementar do Curso de Difusão do Conhecimento que acontece em vários estados do país.

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Foto: Fundação Perseu Abramo

A oficina foi iniciada com algumas provocações. Porque os pobres não desfrutam de Praça da Liberdade e do entorno da Lagoa da Pampulha? Porque não fazem caminhada na Av. Bandeirantes? Em que medida a legislação urbana facilita ou dificulta a produção de moradias populares? A cidade não é inclusiva.

Foram abordadas questões sobre o Direito à Cidade, como, por exemplo, as ocupações dos espaços públicos pelos movimentos culturais, o custo do transporte público, que dificulta os deslocamentos (mobilidade urbana), a população em situação de rua e o recorte de gênero. Diante do que foi exposto e comentado ficou evidente que o direito à Cidade é distinto quando se considera a classe social e o gênero.

Da mesa participaram os companheiros Elisabete de Andrade, doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo – USP e professora adjunta da Universidade Fumec, Daniel da Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM), Marcos Landa do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLP) e Antônia de Pádua da Central de Movimentos Populares (CMP). Todos e todas, representantes de movimentos sociais pelo direito à moradia e à cidade, lideraram e lideram a construção de habitações e atuam como protagonistas na regulamentação da legislação urbana.

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Foto Arildo Hostalácio

Marcos Landa reivindicou: “que façamos valer o direito de todas e todos à cidade e, essencialmente, o direito de usufruirmos dela”.

A Fundação Perseu Abramo reforçou aos participantes do Curso de Difusão do Conhecimento a necessidade de se “Estudar, Organizar e Lutar” e, assim, “formar para contribuir na construção de um mundo justo”.

A próxima oficina será no dia 11 de setembro, com o tema “Comunicação Popular: mídias alternativas contra o golpe”.

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