MPF denuncia que Moro usou depoimento sem provas para condenar Lula

Luíz Müller Blog

A sentença do caso triplex proferida por Sergio Moro contra Lula foi golpeada por um parecer enviado pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, no mês passado.

No documento (em anexo, abaixo), Janot afirma que Léo Pinheiro não fechou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e, portanto, “não há nenhum elemento de prova obtido a partir dessas tratativas preliminares.” Além disso, o então PGR apontou que mesmo que o acordo tivesse sido fechado e homologado pela Justiça, seria necessário investigar se as falas e os indícios de provas eventualmente entregue por Pinheiro seriam verdadeiros.

O entendimento caiu nas graças da defesa de Lula, que utilizou o parecer de Janot para sustentar, perante o tribunal que vai revisar a sentença de Moro, que o ex-presidente foi condenado apenas com base em falatório sem provas.

Ver o post original 504 mais palavras

Anúncios

“Estamos voltando aos ‘acordos MEC-USAID’, contra os quais a geração de 1968 lutou!” – Ensino Médio será financiado por BIRD e Banco Mundial

Fonte: “Estamos voltando aos ‘acordos MEC-USAID’, contra os quais a geração de 1968 lutou!” – Ensino Médio será financiado por BIRD e Banco Mundial

Quando se deixa de lado o jornalismo!

https://i0.wp.com/www.ptmg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/BEATRIZ-FACE.jpg
Beatriz (Bia) Cerqueira – Presidenta da CUT MG

Por Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT – MG.

Quando se deixa de lado o jornalismo!

Tenho 21 anos de magistério na rede pública. Mesmo tempo dedicado à militância na área da educação e de lutas populares. Os mais recentes desafios que aceitei foram quando assumi a coordenação geral do Sind-UTE MG e depois a presidência da Centra Única dos Trabalhadores/as. Neste caso foi a primeira vez que uma mulher e professora assumiu este cargo no Estado! Encaro a representação de forma comprometida e coletiva com aqueles que represento, com o coletivo que faço parte. Estar nestes dois espaços de representação tem visibilidade e responsabilidades mas também nos joga numa arena da política suja que não queremos estar! <<!more>>

Em julho deste ano, sem que eu sequer fosse consultada, o Jornal O Tempo utilizou indevidamente o meu nome e publicou no "A parte" que eu estaria disputando internamente ser candidata a deputada federal. Quem escreveu a bobagem sequer se deu ao trabalho de perguntar se era verdade. Não era e não é! Nunca disputei indicação nem pretendo ser candidata a deputada federal. O Jornal faltou com a verdade com seus leitores. Uma ligação ou watsap teria evitado a mentira!
Nesta quarta-feira, dia 30 de agosto, eu fui alvo de outra matéria, página inteira, com direito a foto selecionada, frases reproduzidas que foram descontextualizados por serem ditas em outras ocasiões e um posicionamento político do jornal de crítica ao sindicato. Que qualquer jornal fale o que quiser, já estou acostumada! Mas quando ao expor uma pessoa, não lhe dá direito ao contraditório, de dizer a sua versão, fica nítido que os interesses políticos vão além do jornalismo. Ainda estou tentando decifrar o que motivou a matéria que é inequivocamente encomendada para a desconstrução de imagem e de ataque. Pode ter sido em represaria à manifestação que o Sind-UTE realizou em Betim no dia 24 de agosto; enfim, podem ter várias motivações desta arena política suja!
A matéria é uma crítica ao sindicato por ser "light", por não fazer as mesmas greves que foram feitas durante os governos no PSDB. Inacreditável um Jornal achar que tem o direito de pautar a atuação do movimento sindical! Mas entrando no conteúdo, cujo direito o Jornal e a jornalista que assina a matéria não me possibilitaram, esta comparação é impossível de ser feita! Os governos do PSDB desconheciam a Lei do Piso, pregavam a proporcionalidade, não reconheciam os reajustes anunciados pelo MEC, descumpriam integralmente os acordos assinados, congelou a carreira por 5 anos, zerou o tempo de serviço para progressões, processou mais de 100 lideranças, ajuizou 25 processos contra a entidade! Não há comparação possível. A greve de 30 dias em 2008, a greve de 47 dias em 2010 e a greve de 2011 que durou 112 dias tiveram como único objetivo que o Estado de Minas Gerais reconhecesse a Lei do Piso e a aplicasse em Minas Gerais. Em 2015, conquistamos a Lei Estadual 21.710/15 que reconheceu integramente tudo pelo qual lutamos desde 2008.
Faltou honestidade ao Jornal ao desconsiderar tudo o que já conquistamos. Quando o PSDB deixou o governo de Minas, uma professora recebia de subsídio
R$1.236,00. No próximo pagamento de setembro de 2017 receberá R$1982,00 de vencimento básico além do abono de
R$150,00 e 5% do seu salário! Façam as contas!Me diga quem teve este patamar de conquista? Em dezembro de 2014 somente 27% da categoria era efetiva! Conquistamos mais de 50 mil nomeações em menos de 3 anos! O jornal também ignorou 25 dias de greve que fizemos este ano tendo pauta estadual além da luta contra a reforma da previdência! Acabamos de conquistar uma lei que ampara o profissional vítima da violência no ambiente escolar, fato inédito no país. O jornal trata greve como um fim em si que supostamente mediria a combatividade da entidade! Erra até nisso! Greve é um instrumento de pressão, decido não por mim, ou por uma direção mas por uma categoria em assembleia.
O título da capa é outra mentira, induzindo as pessoas a acharem que nada foi conquistado, Como a jornalista sequer teve o trabalho de fazer uma pesquisa previa antes de escrever a matéria, vou ajudá-la:
1) em 2015 conquistamos 13,06%;
2) em 2016 conquistamos 11,36% + 8,21%;
3) em 2017 conquistamos 7,74%;
4) estão pendentes o reajuste do Piso salarial de 2017 de 7,64%, retroativos do Adicional de valorização.
5) temos várias outras reivindicações que estão pendentes e estamos trabalhando na pressão pelo atendimento!

Mas fiquei com uma dúvida: a nossa manifestação realizada no dia 24 de agosto em Betim foi noticiada pelo Jornal?

O que percebo cada vez mais é que precisam diminuir o tamanho da nossa força, da nossa capacidade de resistência como a que estamos fazendo contra a reforma da previdência. Mas fundamentalmente querem nos jogar numa arena de terra arrasada como se não conquistássemos nada. Se o dono do jornal está de bronca com o governador, resolvam entre vocês, não tentem nos usar! Não somos pautados pelos interesses dos donos dos meios de comunicação!

A criminalização que a matéria faz com meu nome como se eu não pudesse ter posição, filiação partidária, foi a mesma que o PSDB fez em 2014. Trabalhador e trabalhadora não podem exercer seus direitos políticos, previstos na Constituição. O nome desta prática é fascismo!

Bia

https://i0.wp.com/www.ptmg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/BEATRIZ-FACE.jpg
Beatriz (Bia) Cerqueira – Presidenta da CUT MG

Por Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT – MG.

Quando se deixa de lado o jornalismo!

Tenho 21 anos de magistério na rede pública. Mesmo tempo dedicado à militância na área da educação e de lutas populares. Os mais recentes desafios que aceitei foram quando assumi a coordenação geral do Sind-UTE MG e depois a presidência da Centra Única dos Trabalhadores/as. Neste caso foi a primeira vez que uma mulher e professora assumiu este cargo no Estado! Encaro a representação de forma comprometida e coletiva com aqueles que represento, com o coletivo que faço parte. Estar nestes dois espaços de representação tem visibilidade e responsabilidades mas também nos joga numa arena da política suja que não queremos estar! <<!more>>

Em julho deste ano, sem que eu sequer fosse consultada, o Jornal O Tempo utilizou indevidamente o meu nome e publicou no "A parte" que eu estaria disputando internamente ser candidata a deputada federal. Quem escreveu a bobagem sequer se deu ao trabalho de perguntar se era verdade. Não era e não é! Nunca disputei indicação nem pretendo ser candidata a deputada federal. O Jornal faltou com a verdade com seus leitores. Uma ligação ou watsap teria evitado a mentira!
Nesta quarta-feira, dia 30 de agosto, eu fui alvo de outra matéria, página inteira, com direito a foto selecionada, frases reproduzidas que foram descontextualizados por serem ditas em outras ocasiões e um posicionamento político do jornal de crítica ao sindicato. Que qualquer jornal fale o que quiser, já estou acostumada! Mas quando ao expor uma pessoa, não lhe dá direito ao contraditório, de dizer a sua versão, fica nítido que os interesses políticos vão além do jornalismo. Ainda estou tentando decifrar o que motivou a matéria que é inequivocamente encomendada para a desconstrução de imagem e de ataque. Pode ter sido em represaria à manifestação que o Sind-UTE realizou em Betim no dia 24 de agosto; enfim, podem ter várias motivações desta arena política suja!
A matéria é uma crítica ao sindicato por ser "light", por não fazer as mesmas greves que foram feitas durante os governos no PSDB. Inacreditável um Jornal achar que tem o direito de pautar a atuação do movimento sindical! Mas entrando no conteúdo, cujo direito o Jornal e a jornalista que assina a matéria não me possibilitaram, esta comparação é impossível de ser feita! Os governos do PSDB desconheciam a Lei do Piso, pregavam a proporcionalidade, não reconheciam os reajustes anunciados pelo MEC, descumpriam integralmente os acordos assinados, congelou a carreira por 5 anos, zerou o tempo de serviço para progressões, processou mais de 100 lideranças, ajuizou 25 processos contra a entidade! Não há comparação possível. A greve de 30 dias em 2008, a greve de 47 dias em 2010 e a greve de 2011 que durou 112 dias tiveram como único objetivo que o Estado de Minas Gerais reconhecesse a Lei do Piso e a aplicasse em Minas Gerais. Em 2015, conquistamos a Lei Estadual 21.710/15 que reconheceu integramente tudo pelo qual lutamos desde 2008.
Faltou honestidade ao Jornal ao desconsiderar tudo o que já conquistamos. Quando o PSDB deixou o governo de Minas, uma professora recebia de subsídio
R$1.236,00. No próximo pagamento de setembro de 2017 receberá R$1982,00 de vencimento básico além do abono de
R$150,00 e 5% do seu salário! Façam as contas!Me diga quem teve este patamar de conquista? Em dezembro de 2014 somente 27% da categoria era efetiva! Conquistamos mais de 50 mil nomeações em menos de 3 anos! O jornal também ignorou 25 dias de greve que fizemos este ano tendo pauta estadual além da luta contra a reforma da previdência! Acabamos de conquistar uma lei que ampara o profissional vítima da violência no ambiente escolar, fato inédito no país. O jornal trata greve como um fim em si que supostamente mediria a combatividade da entidade! Erra até nisso! Greve é um instrumento de pressão, decido não por mim, ou por uma direção mas por uma categoria em assembleia.
O título da capa é outra mentira, induzindo as pessoas a acharem que nada foi conquistado, Como a jornalista sequer teve o trabalho de fazer uma pesquisa previa antes de escrever a matéria, vou ajudá-la:
1) em 2015 conquistamos 13,06%;
2) em 2016 conquistamos 11,36% + 8,21%;
3) em 2017 conquistamos 7,74%;
4) estão pendentes o reajuste do Piso salarial de 2017 de 7,64%, retroativos do Adicional de valorização.
5) temos várias outras reivindicações que estão pendentes e estamos trabalhando na pressão pelo atendimento!

Mas fiquei com uma dúvida: a nossa manifestação realizada no dia 24 de agosto em Betim foi noticiada pelo Jornal?

O que percebo cada vez mais é que precisam diminuir o tamanho da nossa força, da nossa capacidade de resistência como a que estamos fazendo contra a reforma da previdência. Mas fundamentalmente querem nos jogar numa arena de terra arrasada como se não conquistássemos nada. Se o dono do jornal está de bronca com o governador, resolvam entre vocês, não tentem nos usar! Não somos pautados pelos interesses dos donos dos meios de comunicação!

A criminalização que a matéria faz com meu nome como se eu não pudesse ter posição, filiação partidária, foi a mesma que o PSDB fez em 2014. Trabalhador e trabalhadora não podem exercer seus direitos políticos, previstos na Constituição. O nome desta prática é fascismo!

FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO FAZ OFICINA SOBRE O DIREITO À CIDADE

Nesta segunda-feira, 21 de agosto, no Sindieletro em Belo Horizonte, foi realizada a Oficina “O Direito à Cidade”, com ênfase na moradia realizada pela Fundação Perseu Abramo como atividade complementar do Curso de Difusão do Conhecimento que acontece em vários estados do país.

Continue lendo

Ato pela Paz e Liberdade de Culto em Santa Luzia

O Ato público realizado hoje, 20 de agosto, em Santa Luzia (MG), região metropolitana de Belo Horizonte, reuniu representantes das comunidades tradicionais de matriz africana, de movimentos sociais e culturais e da sociedade civil para denunciarem as agressões e perseguições que vêm sofrendo, fruto da intolerância religiosa.

Continue lendo

Governo Temer suspende todas as bolsas do CNPq

Após confirmar a suspensão de todas as bolsas do CNPq a partir de setembro de 2017, o Comitê PIBIC-UFRJ divulga nota de repúdio.

Continue lendo

Normativa da Caixa indica fim dos concursos

Normativa da Caixa indica fim dos concursos

No rastro da nova legislação trabalhista, banco solta uma norma sobre contratação de trabalhadores temporários

A normativa da Caixa Econômica Federal, sobre trabalho temporário indica que o banco não mais realizará concursos públicos para a contratação de seus funcionários. Nem vai convocar os concursos para assumir o lugar dos que se desligaram nos planos de aposentadorias.

“Essa é uma das consequências sobre as quais alertávamos que aconteceria se a reforma trabalhista proposta pelo governo Temer fosse aprovada. Esse presidente não tem responsabilidade com os trabalhadores e, por isso, não se importa de cortar direitos trabalhistas ou criar subemprego com menores salários e nenhum direito”, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Quem trabalha em banco, bancário é
De acordo com a norma, os trabalhadores serão contratados por meio de empresas especializadas na prestação de serviços temporários para realizar as tarefas de técnico bancário e não terão nenhum vínculo empregatício com a Caixa.

“Vamos continuar defendendo que, quem trabalha em banco, bancário é. Portanto, tem os mesmos direitos e devem receber os mesmos salários dos empregados concursados que exercem as mesmas funções. E vamos continuar exigindo que sejam convocados para assumir os cargos os aprovados no último concurso realizado pela Caixa”, disse o presidente da Contraf-CUT.

A norma não estipula a quantidade de temporários que serão contratados, apenas define que o número de contratações dependerá da disponibilidade orçamentária e dos resultados esperados pelo gestor demandante, com base no que for determinado pela Gerência Nacional do Quadro de Pessoas e Remuneração (Geper).

“Esse governo está promovendo um verdadeiro desmonte da Caixa e prejudicando seu papel de banco público. Essa norma é mais um passo deste desmonte, que será discutido com o banco em reunião agendada para o dia 15/08”, disse Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa).

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias/normativa-da-caixa-indica-fim-dos-concursos-739a

CPI no Senado atesta que a previdência é superavitária

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) desmistifica o rombo da Previdência. Não há rombo. A Previdência é superavitária. O Sindilegis e entidades que acompanham as investigações, já haviam apresentado estudos desconstruindo o "rombo" alegado pelo Governo e apresentam em matéria publicada no site do Sindilegis os resultados do primeiro trimestre da CPI.

img-13-07-2017-5967ae4a52c8b.jpg

Cumprindo o compromisso de acompanhar as investigações lideradas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga as contas da Previdência, o Sindilegis esteve, na manhã desta quinta-feira (13), em mais uma reunião da Comissão, que apresentou um balanço dos trabalhos referente ao primeiro semestre. A CPI realizou 22 audiências desde que foi instalada no Senado.

Na apresentação dos resultados do primeiro semestre, o presidente da CPI, Senador Paulo Paim (PT-RS), voltou a reforçar que é necessário que o Governo repasse à Previdência os milhões de reais arrecadados à custa do trabalhador brasileiro, além de reafirmar a inexistência do déficit na Seguridade Social.

“O relatório sobre os trabalhos da CPI aponta, com muita certeza, que a Previdência brasileira não é deficitária, mas sim superavitária. Ela demonstra, por exemplo, que setores do patronato arrecadam por ano cerca de R$ 25 bi em torno do trabalhador e não repassam à Previdência, o que é propensão indébita. Isso é crime”, afirmou Paim.

Além disso, o presidente voltou a cobrar de grandes bancos e empresas as dívidas e relação à Previdência. “O relatório também mostra que há uma dívida acumulada de grandes bancos e empresas, como Itaú, Bradesco, Caixa Econômica, Banco do Brasil, montadoras de automóveis, e a JBS, que ultrapassa mais de R$ 500 bilhões de reais”, afirmou Paim.

Desde a instalação da CPI da Previdência no Senado, o Sindilegis tem acompanhado e dialogado com o presidente e o relator da Comissão, Senador Paulo Paim e Hélio José, respectivamente, de maneira a buscar estratégias que visem o sepultamento da reforma no Congresso. Para o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, os dados apresentados pela CPI precisam ser amplamente divulgados para a sociedade.

“A falta de divulgação dos trabalhos da CPI da Previdência demonstra que é preciso que a sociedade entenda, de fato, os malefícios que essa reforma trará, caso aprovada. A pressão pelo sepultamento de projetos maléficos não pode parar. Precisamos que a mídia divulgue os dados apresentados pela Comissão; precisamos que a sociedade cobre de seus parlamentares propostas que busquem o aprimoramento do Estado brasileiro, a garantia de direitos e a certeza de um País mais justo e democrático”, apontou.

Na ocasião, o relator da CPI, Senador Hélio José (PMDB-DF), afirmou que pedirá a prorrogação dos trabalhos da Comissão devido ao extenso volume de dados a analisar. A CPI foi instalada no final de abril e tem prazo de funcionamento previsto para até 9 de setembro.

Segundo Hélio, o resultado esperado dessa CPI é propor medidas para mudar a Previdência Social, como uma forma de combate mais efetivo à inadimplência. "Não é possível convivermos com os grandes devedores que não estão pagando a Previdência", pontuou o senador.

Próximos passos

A próxima reunião da CPI da Previdência ocorrerá na primeira semana de agosto, ainda sem data definida. Aqui

Convite: 49º Festival de Inverno da UFMG

49º Festival de Inverno da UFMG
Poéticas da transformação: criação e resistência

CONVITE

O Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, Prof. Jaime Arturo
Ramírez, e a Diretora de Ação Cultural, Profª Leda Maria Martins, convidam
para a abertura do 49º Festival de Inverno da UFMG, a se realizar no dia
28 de julho de 2017, no auditório da Reitoria, às 19h.
Reitoria da UFMG – Av. Presidente Antônio Carlos, 6627
Campus Pampulha – Belo Horizonte, MG

Apoio: APUBH, Sindifes, SICOOB e Globo Minas. Realização: Diretoria de
Ação Cultural da UFMG.